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Instituto Veredas apoia Codeplan em sumário executivo sobre população idosa no DF

17 Apr 2020

  

 

 

A pesquisa Retratos Sociais 2018 - População Idosa no DF, da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), agora possui um sumário executivo diagramado pelo Instituto Veredas. O novo documento, em poucas páginas, traz as mensagens-chave da pesquisa, tornando as informações apuradas ainda mais acessíveis e resumidas. Os dados mostram que a população idosa no DF cresceu nos últimos anos, em especial em em Ceilândia, Plano Piloto e Taguatinga. 

 

Além do Veredas, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília e o projeto Parceiros para aprendizado rápido em sistemas sociais, da McMaster University Canadá (PERLSS), também apoiaram a produção do sumário, que mostra a população idosa do Distrito Federal acompanhando a tendência demográfica mundial e nacional. Em 2018, 303.017 idosos viviam no DF, cerca de 10,5% de seu contingente populacional mas, segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população idosa do DF pode chegar a 565 mil, em 2030.

 

A pesquisa foi realizada com base nos dados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD) de 2018 e considera, segundo a legislação, como população idosa aquela com 60 anos ou mais. Entre os idosos,  59,7% têm entre 60 e 69 anos e 57,9% são mulheres. As Regiões Administrativas (RA) que concentram o maior número de idosos são Ceilândia, Plano Piloto e Taguatinga.

 

Segundo o estudo, apenas 2,5% das pessoas idosas nasceram no Distrito Federal. A maior parte (43,3%) veio do Nordeste e vive principalmente nas RAs de rendas média-baixa e baixa. Por outro lado, 47,1% dos idosos que vivem nas RAs de alta renda são naturais do Sudeste. Os idosos são, em sua maioria, casados ou em união estável (55%) e 19,6% viúvos. Entre os viúvos, mais de 80% são mulheres.

 

Quanto à ocupação, 61% das pessoas idosas são chefes de família, dos quais 68,8% são homens. Nas RAs de baixa renda, as mulheres somam 61% e homens 58% enquanto chefes de domicílio. Entre os idosos, 7,5% são analfabetos; 33,3% têm o ensino fundamental incompleto e 8,8% o fundamental completo.  Com ensino médio completo, 24%, e, com superior completo, 26,4%.

 

Segundo os autores, o crescimento da população idosa no Distrito Federal, permanecendo essa tendência, reforçam a necessidade de se pensar, cada vez mais, políticas voltadas para essa população, em especial políticas de previdência, saúde, proteção social e de integridade como, também, de reinserção no mercado de trabalho.

 

Veja o sumário executivo na íntegra

 

Ascom Instituto Veredas, com informações de Codeplan 

 

Foto: Jornal de Brasília

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